quarta-feira, 18 de junho de 2014

#Projeto 3: Memória descritiva & Composição final ↓


Como tema para esta infografia, a minha escolha recaiu sobre as Gémeas Olsen. Admiro o trabalho delas mas, para além disso, considero muito interessante realizar uma infografia de gémeas, pois ao serem duas pessoas podemos colocar diferenças e semelhanças e a infografia fica, consequentemente, mais rica. 
O que fiz de imediato foi recolher informação específica sobre as gémeas, isto é: informações pessoais, informações sobre a carreira como actriz e informações sobre a carreira na indústria da moda.
Realizei o meu trabalho no Photoshop. Primeiramente, na escolha dos tipos de letra, pretendi algo que demonstrasse classe, estilo e clareza. Estas são características que vejo nas gémeas, por isso, procurei vê-las também nas letras da infografia. Os tipos de letra que usei foram: Vladimir Script, Eras Light ITC, Palace Script MT, Harrington e Script MT Bold. O título da infografia é “Gémeas Olsen” - algo simples e direto. 
No cimo da infografia, existe uma timeline breve com algumas séries de TV e filmes em que as gémeas participaram. No geral, foram bastantes as suas aparições no grande ou pequeno ecrã. Assim, escolhi apenas os filmes/séries mais importantes e com mais repercussão no mundo cinematográfico/televisivo. 
Em baixo, na informação em relação a cada uma das gémeas e depois às duas em conjunto, coloquei umas setas que pudessem dar um ar mais infográfico e sintético. Fi-las no Illustrator e utilizei-as no Photoshop.
Os desenhos artísticos das raparigas foram introduzidos porque achei que faziam uma ligação interessante e engraçada com o facto das gémeas trabalharem no mundo da moda há anos (empresa Superga). 
Em relação às cores, optei por conjugar umas fortes com outras mais serenas. Toda a escolha de cores resultou de uma pesquisa árdua sobre as gémeas. Estas são conhecidas por terem conseguido, nos últimos anos, desaparecer um pouco das câmaras e serem mais serenas, calmas e sóbrias. Dessa informação resultaram as cores claras, mais “adultas”, mais de mulher. O amarelo na timeline relembra um pouco a infância vivida nas câmaras, cor típica das crianças. Escolhi também o azul escuro como representação da fama que as gémeas têm no mundo e de todo o lado obscuro que daí pode resultar. As cores das roupas das gémeas lembram também fama e alguns problemas pelos quais as gémeas passaram (Mary Kate, por exemplo, teve anorexia em 2003/2004). Como fundo, escolhi o rosa claro com efeitos “Inner Shadow” e “Satin” de modo a que a cor não ficasse uniforme em toda a layer, mas sim com mais claridade nas pontas. Desta forma. penso que dá um ar mais agradável e apelativo à infografia. A cor bordeaux em cima do rosa claro tem como objetivo fazer um contraste forte para introduzir a timeline. 
Algo que pretendi nesta infografia foi separar a informação devidamente, fazer algo organizado e que fosse percetível à primeira vista. Optei por colocar poucas palavras e muitas imagens e desenhos. Segundo o site Understanding Graphics, “Um aspecto principal de um gráfico informativo eficaz é a sua organização, expressa através da estrutura visual. Quando a informação é organizada e fragmentada em segmentos, e nem todos os infográficos pode fazer isso, torna-se mais fácil para processar a informação visual.” - Foi a partir destas palavras que me guiei na criação do meu trabalho.
Pretendi também realizar ”Uma infografia estética (que) pode refletir (…) beleza, fazendo bom uso da cor, contraste, equilíbrio, movimento, espaço em branco e tipografia.”  (Understanding Graphics website)

# Projeto 3: Análise crítica sobre uma infografia ↓

Escolhi analisar esta infografia porque me atraiu o facto de juntar tantas características infográficas: mapa, diagrama, dados estatísticos e e timeline. Contém absolutamente as 4 formas adotadas pelas infografias. 
Penso que a “timeline” em roda é mais apelativa e menos aborrecida do que se fosse em linha horizontal ou vertical. A cor azul clara é neutra mas eficaz, pois não torna a infografia exagerada. O mapa no canto superior direito é discreto, mas fulcral para fornecer a informação sobre a localização da sede da empresa “Apple”. 
Os dados estatísticos estão também bem colocados no canto direito. Simples mas eficazes. 
Todas as informações contidas nesta infografia são essenciais e importantes e, por isso, considero que este foi um trabalho muito bem conseguido. 


# Projeto 3: Recolha de exemplos de infografia ↓











# Projeto 2: Análise crítica sobre uma fotografia recolhida ↓

  Escolhi esta fotografia da recolha fotográfica porque é intensa e muito chamativa. A tipografia “é a arte e o processo de criação na composição de um texto, física ou digitalmente. Assim como no design gráfico em geral, o objetivo principal da tipografia é dar ordem estrutural e forma à comunicação impressa.” Assim, a tipografia quer passar uma imagem, uma situação, uma mensagem através da conjugação dos vários tipos de letras que apresenta. 
  Nesta imagem, podemos observar alguns elementos tipográficos, como a cor e o tipo de letra. A cor preta das letras contrasta com o fundo rosa da revista, o que chama a atenção. O tipo de letra é muito chamativo também, diversificando os tamanhos para atrair o leitor a ler letras pequenas e grandes. desta forma, com vários tamanhos, também dá a sensação de se ter uma imagem criada, com formas e feitios na capa da revista.


# Projeto 2: Memória descritiva ↓

 Para este trabalho não recaí sobre uma notícia, mas sim sobre partes do livro/ guião do filme “Marley & Me”. Como os alunos tiveram liberdade para usar qualquer texto, e eu sou apaixonada por este filme, decidi ir por este caminho de forma a que também me mantivesse interessada no assunto e me sentisse motivada. 
  Na minha composição final, trabalhada sempre no photoshop, optei por procurar um cão no google. Escolhi um bastante simples, percetível, para que pudesse facilmente colocar as letras sobre as linhas desenhadas e depois apagá-las. “Marley” ficou, então, a preto. Esta cor foi propositada, de modo a transparecer o seu desaparecimento no final da história, a sua morte. Contudo, mantive o fundo da imagem a branco para que este represente a felicidade que Marley trouxe aquela família durante todos aqueles anos. O cão segura um balão. Porquê um balão? Não se conecta com a história, mas escolhi este acessório de brincadeira porque associo os balões aos sonhos, às fantasias, aqueles (as) capazes de chegar ao céu e combater qualquer obstáculo. Marley segura um balão azul, e esta cor foi escolhida porque azul é muito “criança”, “brincadeira”, e lembra-me muito a história deste livro/filme. Assim, dentro do balão, coloquei partes do texto que achei extremamente bonitas:
“A person can learn a lot from a dog, even a loopy one like ours. Marley taught me about living each day with unbridled exuberance and joy, about seizing the moment and following your heart. He taught me to appreciate the simple things-a walk in the woods, a fresh snowfall, a nap in a shaft of winter sunlight. And as he grew old and achy, he taught me about optimism in the face of adversity. Mostly, he taught me about friendship and selflessness and, above all else, unwavering loyalty.”  - John Grogan
À esquerda, coloquei um azul ainda mais claro, ainda mais infantil, onde escrevi as palavras-chave desta história. Esta decisão de aclarar o azul prende-se com o facto de que penso que há uma parte de nós que é sempre criança durante a vida, e essa parte de nós deve sempre relembrar os seus sonhos. É isso que este filme me transmite. 
A letra que usei para desenhar o cão foi a “Myriad Pro”, um tipo de letra muito sóbrio mas ao mesmo tempo muito claro e percetível. dentro do balão utilizei a letra “High Tower Test”, pois pareceu-me que ficasse muito bonita em forma de roda. À volta do balão, onde completo o título do filme (Marley & ME), usei “Corbel” num tamanho maior de forma a dar ênfase ao título. As letras azuis claras são “Gabriola”, mais descontraídas. 
  No fundo, desejei fazer algo simples mas que transparecesse os ideais do filme. Amor, paz, simplicidade, humanidade, voar. Penso que, tipograficamente, ficou apelativo ao olhar, e, de um modo geral, está uma composição algo “acriançada” mas que se adapta na perfeição à ideologia do filme. 

#Projeto 2: Composição Final ↓


Projeto #2: Recolha Tipográfica ↓










Proposta #1: Ensaio Teórico de uma fotografia recolhida ↓


  Escolhi esta imagem da minha recolha fotográfica porque, na minha opinião, tem inúmeros elementos e técnicas de comunicação visual que podem ser aqui tratados.
Elementos: Penso que esta imagem tem linha, ponto, direção, forma, cor, textura, tom e movimento. 
  A imagem é cheia de linhas, horizontais (provoca a impressão de repouso) e verticais (atrai o olhar para o alto). A sombra das linhas no passadiço dá-nos a sensação de movimento, dadas as curvas que forma. As inúmeras formas retas transmitem uma sensação de serenidade, e as linhas finas, maioritárias nesta imagem, dão uma ideia de delicadeza que me agrada muito, pessoalmente. Além de linhas no passadiço, se atentarmos a imagem verificamos que também há muitas linhas no passeio avermelhado, sejam elas oriundas da passadeira ou então aqueles pequenos traços brancos, simétricos. Os próprios postes espalhados pela zona também são formados por linhas e o próprio edifício do bar, no fundo, tem a sua área e formato formado por linhas de várias formas e direções. 
  Os pontos, embora de muito mais difícil visualização, podem observar-se no passadiço, percorrendo-o até ao fim, guiando-nos a visão. Aliás, “quanto mais próximos entre si, maior a capacidade de guiar o olho.”
  A direção também se encontra, por exemplo, nas linhas retas desenhados no passeio avermelhado, na direção que o passadiço leva até à areia, na verticalidade dos paus de madeira, na horizontalidade da placa de madeira que diz “Malibu Escola de Surf”, entre muitos outros. Contudo, esta depende sempre da visão do observador. 
  A forma está presente nos paus de madeira em pé, arredondados, achatados e estreitos (quase cilindros); na forma da sinalização de madeira ao pé do passeio vermelho, um pouco oval, na forma retangular do bar e nos retângulos brancos que formam uma passadeira.
  A cor na imagem é bastante viva, há uma grande presença da cor verde da natureza, e em relação às outras cores são claras, neutras e dão uma sensação de tranquilidade e positivismo. 
  A textura está presente um pouco em todos os elementos visuais, mas maioritariamente nos paus de madeiras, horizontais e verticais e no pano branco que une os paus de madeira verticais.
  O tom, ”é uma das melhores ferramentas que permitem representar o mundo como algo dimensional pois, apesar da ajuda da perspectiva, a linha não é capaz de criar sozinha uma ilusão de realidade”. Assim, verificamos que o céu é claro por estar perto do bar de madeira castanho escuro, que vemos que é escuro. O contraste numa imagem é muito importante para definirmos as ideias principais de cada elemento visual. 
  O movimento é percetível através das pessoas que caminham, com a ajuda das sombras que nos dão o dinamismo necessário ao movimento. Contudo, ”o elemento visual do movimento encontra-se mais frequentemente implícito do que explícito no modo visual.” (donis A. dondis).
  Em relação às técnicas de comunicação visual, de acordo com a minha análise, pode observar-se equilíbrio entre as linhas retas (muita simetria); simplicidade nos traços; espontaneidade; atividade e profundidade pelo fundo da imagem.

Projeto #1: Memória descritiva ↓


 Nesta primeira proposta de design e comunicação visual, cada aluno teria de escolher uma música a seu gosto e adaptá-la a um formato visual, recorrendo aos elementos básicos de comunicação visual. Após ouvir algumas das minhas músicas favoritas, a minha escolha recaiu numa calma, harmoniosa, mas com muito significado: The XX – Sunset. Esta pode parecer, inicialmente, uma música sem grande alcance para composição visual, mas se atentarmos à letra, verificamos que muitos sentimentos podem ser despertados através de cada palavra:
“I saw you again
It felt like we had never met
It’s like the sunset in your eyes
I never wanted to rise

(…)
When I look into your eyes
I see no surprise

I always thought it was sad
The way we act like strangers (…)”
  Decidi focar-me especialmente naquelas duas frases a negrito, de modo a que pudesse transmiti-las na composição visual. Assim, tirei uma fotografia a um olhar que me transmitisse calma e paz. Inicialmente, a ideia era colocar os dois olhos na fotografia, porém, mais tarde, apercebi-me que a imagem ganhava profundidade e mistério com apenas um olho a descoberto.
Processo criativo
  Tentei, através do Adobe Photoshop e do Adobe Illustrator, aumentar a luminosidade e os tons amarelos e brancos na zona do olho para que se pudesse transmitir algo como a luz do sol, os raios de sol, o “sunset”. A cor azul do lado esquerdo da imagem é como que um contraste com toda a luminosidade e brilho: é a deceção, a parte escura da canção, o desgosto.

  Sempre quis que a imagem tivesse cores fortes e vivas e que se misturassem várias formas como o círculo e as linhas em várias direcções: 
No Photoshop, trabalhei nos “níveis”, nas “curvas”, na “exposição”, no “brilho/contraste” e na “matiz/saturação”. Ajustei muito estes aspetos que envolvem a cor pois esta é realmente o ponto fulcral da imagem. Depois, fiz uma “máscara” e, ajustando nas “variações”, modifiquei a cor de apenas uma parte da imagem. 
No Illustrator, o processo foi mais “técnico”, onde apenas mexi no tamanho da imagem e onde realizei a mudança para o contorno circular através da “prancheta”. Fiz também neste programa as letras do nome do single, que culminou numa das duas versões que apresentei da capa. 
  Tentei, no fundo, apostar numa composição simples, clara e percetível, que, de certa forma, transparece exatamente a canção: simples, clara e sem grandes subjectividades. Penso que a imagem ficou apelativa e que intriga as pessoas que a olham, transmitindo liberdade e muita vivacidade. Na minha opinião, a presença humana na imagem aprofunda a relação entre o ouvinte e a música, faz-nos ver que é algo humano, que é algo que pode acontecer connosco.

Projeto #1: Composição Final ↓




Projeto #1: Música ↓


"I saw you again
It felt like we had never met
It’s like the sunset in your eyes
I never wanted to rise

What have you done
With the one I love
When I look into your eyes
I see no surprise

I always thought it was sad
The way we act like strangers
After all that we had
We act like we had never met

We make believe
I’ve never seen your face
You neither me
Don’t catch my eye
Don’t register a smile

You were more than just a friend
Oh, but the feeling
It never came to an end
I can’t bear you seeing

I always thought it was a shame
That we have to play these games
It felt like you really knew me
Now it feels like you see through me

When I see you again
I’ll know not to expect
Stay one step away
We won’t have to wait

When I see you again
And I’m greeted as a friend
It is understood
When we did all we could

I always thought it was sad
The way we act like strangers
After all that we had
We act like we had never met

I always thought it was a shame
That we have to play these games
It felt like you really knew me
Now it feels like you see through me”

Projeto #1: Fotografias de Inspiração ↓








Projeto #1: Recolha Fotográfica ↓

  Nestas 12 imagens que recolhi, encontram-se inúmeras técnicas e elementos de comunicação visual.













Projeto #1: Elementos e Técnicas de Comunicação Visual ↓


  técnicas de comunicação visual:
  • Equilíbrio/Instabilidade
  • Simetria/Assimetria
  • Regularidade/Irregularidade
  • Simplicidade/Complexidade
  • Unidade/Fragmentação
  • Economia/Profusão
  • Minimização/Exagero
  • Previsibilidade/Espontaneidade
  • Atividade/Estase
  • Sutileza/Ousadia
  • Neutralidade/Ênfase
  • Transparência/Opacidade
  • Estabilidade/Variação
  • Exatidão/distorção
  • Planura/Profundidade
  • Singularidade/Justaposição
  • Sequencialidade/Acaso
  • Agudeza/difusão
  • Repetição/Episodicidade
- Donis A. Dondis
  Em relação aos elementos, que constituem a substância básica do que vemos, podemos falar de alguns como:
1. Ponto: unidade mais simples e irredutível da comunicação visual. Qualquer ponto tem uma força visual grande de atração sobre o olho. Diversos pontos conectados são capazes de dirigir a visão.

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2. Linha: É o elemento visual por excelência. Pode adotar formas muito distintas para expressar intenções diferentes. Pode ainda ser indisciplinada, para aproveitar sua espontaneidade expressiva, delicada, ondulada, vacilante, indecisa, nervosa, etc.
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3. Plano: A trajetória de uma linha em movimento torna-se um plano. Tem comprimento e largura, não tem espessura (geometricamente falando). 
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4. O volume: a trajetória de um plano em movimento torna-se um volume. Tem posição no espaço e é limitado por planos. Pode ser físico (algo sólido como um bloco de pedra) ou pode ser criado por meio de artifícios. 
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5. A textura: Pode ser percebida tanto pelo tato quanto pela visão. 
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6. A cor: é a mais eficiente dimensão de discriminação. É o elemento que tem mais afinidade com as emoções. Nas artes visuais, a cor não é apenas um elemento decorativo ou estético, é o fundamento da expressão.
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7. A direção: depende do modo como está relacionado com o observador, com o espaço que contém o objeto ou com os demais objetos.
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- WONG, Wucius. Princípios de Forma e de Desenho. São Paulo: Martins Fontes, 2ª Ed., 2001.

- DONDIS, Donis A.. Sintaxe da Linguagem Visual. São Paulo: Martins Fontes, 3ª Ed., 2002.